
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Life is happening...
A vida acontece...
Nas ruas. Passeio, admiro, observo, reflicto, avalio.
No meio da multidão. Uma encruzilhada de pessoas: diferentes, activas, em movimento.
Faço parte da multidão. Um rosto apenas, no meio de outros rostos, estilos, vestuários, passos, ritmos.
Sinto o movimento da vida. No meu rosto, nos meus passos, nos meus olhos.
Sinto-me anónima. No meio de um movimento imparável de vidas.
A vida acontece...
Nas ruas. Nos autocarros que circulam, apressados, ofegantes. Nos cafés, onde rostos múltiplos, diversos e, simultaneamente, únicos, se reúnem, num encontro revestido de casualidade.
A vida acontece...
Desordenada, imprevisível, imparável.
Caminho. Sem destino, sem pressa, sem cronómetro.
Rostos. Luzes. Passos. Cores. Sons. Prédios. Movimento. Movimento. Movimento.
A vida acontece aqui...
Nas ruas. Passeio, admiro, observo, reflicto, avalio.
No meio da multidão. Uma encruzilhada de pessoas: diferentes, activas, em movimento.
Faço parte da multidão. Um rosto apenas, no meio de outros rostos, estilos, vestuários, passos, ritmos.
Sinto o movimento da vida. No meu rosto, nos meus passos, nos meus olhos.
Sinto-me anónima. No meio de um movimento imparável de vidas.
A vida acontece...
Nas ruas. Nos autocarros que circulam, apressados, ofegantes. Nos cafés, onde rostos múltiplos, diversos e, simultaneamente, únicos, se reúnem, num encontro revestido de casualidade.
A vida acontece...
Desordenada, imprevisível, imparável.
Caminho. Sem destino, sem pressa, sem cronómetro.
Rostos. Luzes. Passos. Cores. Sons. Prédios. Movimento. Movimento. Movimento.
A vida acontece aqui...
Transformations II

Se me perguntassem de que substância sou feita, eu diria que sou feita de tempo: tempo-memória, tempo-crescimento, tempo-mudança, tempo-passado (sob a forma de lembranças), tempo-presente (esse fugaz ponto de fixação), tempo-futuro (sonhar-me).
Enquanto escrevo, lembro-me da ideia imortalizada por Salvador Dali, no seu célebre quadro "A persistência da memória". A cada instante, o que foi presente passará a sofrer os efeitos de um poderoso processo chamado "memória", que reconstroí e cria uma nova visão sobre o já desaparecido "presente", agora preso ao nome "passado". A cada instante, tudo o que resta de um acontecimento vivido é um traço, já não o acontecimento em si mas apenas um traço diluído na subjectividade do autor, passível de ser moldado de diferentes formas pelo significado que lhe é atribuído. Assim, vivemos duas realidades: o que vivemos, efectivamente, e o que recordamos.
É assim que vivo as quotidianas transformações que experiencio: num movimento perpétuo de experienciar e (re)significar. Sim, sou uma substância feita de tempo num universo infinito de experiências...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Edgerton: capturing time
Relativity
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Slow motion
Em câmara lenta. Assim, acontece o Inverno em New England. A neve teima em desaparecer, orgulhosa do seu manto branco. Ao contrário acontece a vida: em câmara rápida. Os movimentos do quotidiano são fugazes, escapam-se das nossas mãos, numa sucessão imparável de dias e noites.
Passaram já duas semanas, as saudades acumulam-se, a vontade de aprender aumenta.
Sim, a vida acontece em fast motion...
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
American coffee
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