quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Storm
Lembro-me sempre desta frase quando estou prestes a iniciar um novo processo, quando procuro vencer algum desafio, ou quando procuro ascender a um novo patamar em termos desenvolvimentais.
Desafiar os nossos próprios limites é um importante processo de crescimento: cria desequilíbrio, agita o que até aí estava estabelecido... O resultado final não poderá ser outro senão a mudança (change) .
Adaptarmo-nos a um novo país é, pois, também um processo que implica criar mudança. Porque qualquer pessoa que é colocada nesta situação terá, inevitavelmente, à sua espera um conjunto de desafios: a adaptação a uma nova forma de organização simbólica (a linguagem), o ajustamento a novas rotinas, a novos hábitos e costumes, a compreensão de uma nova forma de perspectivar a realidade...
Assim sinto estes dias de habituação a uma infinitude de diferenças que, no início, surgem quase como que uma tempestade (storm): intensa, esmagadora, súbita.
Ah! Amanhã haverá uma tempestade de neve.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Chasing time...
Preparing soul...

Começou a aventura. Prefiro chamar-lhe "aventura" porque, sim, é disso que se trata. Aventura faz-me lembrar "viagem". Aventura é o que os nossos antepassados exploradores de mares e de mundos iniciavam, sempre que ousavam desafiar o mar, o medo e o tempo.
De certa forma, também eu inicio uma carreira de exploradora. Sei que me esperam uma nova cultura, uma nova forma de olhar o mundo, uma diferente forma de construir a realidade...
Mas explorar implica, acima de tudo, vencer os medos e a saudade dos sítios e das pessoas que nos são conhecidos, que são já uma parte de nós...
Talvez seja este o maior desafio, o maior obstáculo mas, simultaneamente, a força motriz que nos leva a alcançar metas, a vencer obstáculos, a ultrapassar desafios...
E, assim, por entre atropelos de dúvidas, incertezas, angústias, ansiedades, a alma ("soul" - o que quer que seja) vai-se preparando... Vai ficando também mais forte, mais capaz de resistir às intempéries... Assim o espero!
Começou... Todos os começos estão, geralmente, envoltos em dualidades, em ambiguidade. À alegria, entusiasmo, excitação, juntam-se a ansiedade, os receios, as angústias.
Parto, assim, na certeza de que, comigo, vão também as pessoas que tornam a minha vida mais cheia de sentido.
Sim, eu sei, vou sentir a vossa falta.
Sim, eu digo, não é um "adeus", é um simples "até já"...